A religião me ensinou que devo amar os meus inimigos. A religião também me ensinou que a Lei do Karma vale para todos e tudo acerta, resolve.
Estou na dúvida (mentira – não estou): prejudico quem me prejudicou, sendo eu o próprio agente da Lei do Karma? Por que não?
A vida me ensinou que há uma grande diferença entre ser bom e ser trouxa, e eu escolho não ser mais trouxa. Todo e qualquer ato hostil contra mim, por menor e ínfimo que seja, será devolvido IMEDIATAMENTE (por mim) em dobro, em triplo, com a máxima intensidade e dano possíveis.
CHEGA! Não mais fugirei de guerra alguma! Just try me!
O dia que eu mudei o meu diálogo interno de “olha o que essa pessoa faz comigo” para “olha o que eu deixo essa pessoa fazer comigo”, me tornei protagonista da minha própria história e passei a decidir o que/quem deve fazer parte da minha vida ou não.